O adolescente Raymond Marks não tem tido uma vida muito glamorosa. Seu pai, amante de instrumentos musicais, os quais nunca aprendeu a tocar, mas consumiam toda a renda da família, o abandonou ainda pequeno, deixando-o com uma mãe batalhadora e uma avó dec
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CARO MORRISSEY... WILLY RUSSELL

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O adolescente Raymond Marks não tem tido uma vida muito glamorosa. Seu pai, amante de instrumentos musicais, os quais nunca aprendeu a tocar, mas consumiam toda a renda da família, o abandonou ainda pequeno, deixando-o com uma mãe batalhadora e uma avó decidida, amante de Sartre, embora a família seja bem working class. Raymond teria seus quinze minutos de glória quando, aos onze anos, salvou um colega de classe de se afogar, mas, com a descoberta de que os meninos tinham ido ao canal próximo da escola para uma brincadeira envolvendo seus “instrumentos” e algumas moscas, Raymond, acusado de ter inventado a coisa toda, acaba virando um libidinoso precoce, besta-fera pervertida, a célebre má influência. É expulso, vai parar numa escola especial e, mais tarde, toma o rumo da horrenda Grimsby pra começar a vida adulta trabalhando numa construção (sugestão dos desprezíveis tio Jason e tia Paula, que se aproveitam da família inteira). Raymond despeja no papel as desgraças de sua vida numa série de cartas a seu ídolo, o ex-astro dos Smiths, Morrissey. Corre o ano de 1991 e a banda ainda é uma lembrança viva (como até hoje) no coração de fãs como Raymond. Raymond Marks, pois, é um menino normal, de uma família normal, do norte da Inglaterra. Até que, às margens do Canal de Rochdale, jogando o inocente jogo do caça-moscas, Raymond começa a derrocada trágica – mas sempre cômica – de seus anos de adolescência, e a vida dele e de sua mãe nunca mais vai ser a mesma. A Raymond só resta pegar a estrada e, a cada parada, abrir o caderno em que escreve suas letras e, naquelas páginas quase todas em branco, confessar tudo – a história completa da sua tragicômica vida – sempre começando por: “Caro Morrissey...”

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